segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Processos .... Ahm! Que! O que é isso?

Certa vez fui fazer uma viagem de negócios pela empresa e dentre as despesas do período, havia uma a qual necessitaria de um reembolso.
 
Visto isso, liguei para a secretária e busquei informação de como proceder. Nada tão fora do comum, e lá fui eu enviar a nota pelo fax e a original via correio, conforme solicitado por ela.
A secretaria prontamente pegou meu fax e enviou para o contas a pagar para agilizar meu problema. Chegando lá foi recebida com espanto e ironias de: "Dona secretária, como eu vou pagar uma nota a partir de uma folha de fax? " desolada e sem saber o que fazer, procurou seu diretor para que assinasse a folha para lhe dar créditos para pagamento..... e assim fez.
 
Enviou novamente ao setor de pagamento e mais uma vez foi recebida com descaso. E finalmente foi informada que só poderia pagar mediante a nota original.
Tempos depois, e a nota original já na empresa, seguiu o fluxo de recebimento de correio e foi parar no contas a pagar. E por lá ficou até descobrirem que não havia esse serviço no sistema, ou seja, não teria como pagar algo que não foi solicitado pelo sistema.
E lá se foi Dona secretaria ao departamento de suprimentos para "input" do pedido..... mas qual pedido? Ninguém sabia o porque de minha viagem, já que ninguém havia autorizado ou pedido essa demanda...... então caberia ao meu Gerente essa tarefa.... OK, mandei email para ele, o qual foi replicado para suprimentos com a autorização.... e o qual foi replicado para meu gerente pedindo o NOME desse cliente para constar no pedido..... FÁCIL, meu gerente me enviou o email pedindo o nome, e eu respondi para ele o qual encaminhou para suprimentos.... UFA! Solicitação pronta no sistema, nota original na empresa, agora o pagamento.........
 
NÃO, faltou a minha assinatura na nota para comprovar que fui eu mesma que usufrui.... vai e volta de correio, enfim ...... pagamento.... 

NÃÃÃO..... a nota passou pelo setor fiscal para apuração de toda a escrituração contábil, compôs um relatório o qual foi para o gerente assinar " de acordo". Mais um dos intermináveis fluxos de relatórios de saldo de caixa para verificação do gerente contábil ....
Enfim .... a minha Nota ....
 
A empresa realiza pagamentos apenas na segunda e na terça, como já era terça a noitinha, meu pagamento fico apenas para a próxima semana.....  Sem problema ... afinal, olha o dinheiro ai!

Segunda chegou e o meu dindin também.... mas como pagar se em momento algum pediram me conta bancária?????
Email de solicitação de conta, relatório reenviando para saldo bancário de caixa, autorização do diretor, gerente, coordenador, Papa, mãe Diná e ............lá se foi a terça, e mais uma semana de espera....
Tudo bem, esperei porque agora não tem o que dar errado.... segunda de novo e finalmente meu dinheiro em conta.
 
E EU ........... FELIZ, pois se passaram  6 meses - era quase Natal, e agora com um pouco mais de dinheiro na conta, recebi finalmente os R$ 45,99 que eram devidos de reembolso de minha viagem, peguei um taxi e fui negociar a taxa do cheque especial com o meu gerente do banco.....
 
Pergunto de novo, PROCESSO? Será que realmente todos conhecem na empresa?
 
Mas pra que ele serve mesmo?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EMPRESA É ABSOLVIDA DE INDENIZAR EMPREGADO POR REVISTA EM BOLSAS


Um empregado, indignado com a revista de seus objetos pessoais pela empresa, não obteve êxito no Tribunal Superior do Trabalho em sua pretensão de ser indenizado por danos morais.

A Sétima Turma do TST, ao examinar recurso de revista interposto pela rede de lojas, considerou regular a prática, já que durante os procedimentos não houve abuso de direito por parte da empresa.

No julgamento, o relator, ministro Pedro Paulo Manus, destacou que a atual jurisprudência do TST considera que a revista visual de objetos pessoais não ofende a dignidade dos empregados quando realizada de forma impessoal e indiscriminada. Segundo ele, se executada desse modo a verificação não pode ser considerada ilícita, uma vez que decorre dos poderes de direção e de fiscalização do empregador.

A decisão reformou o posicionamento adotado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), que considerou ofensiva a verificação de pertences pessoais, principalmente quando feita sem prévia comunicação aos comerciários, e na qual eram retiradas peças de vestuário ou tênis dos armários individuais. O fundamento principal da decisão regional foi o fato de a empresa possuir câmeras de vídeo em todos os setores onde o empregado circulava, pois a revista só se justificaria se não houvesse outro meio de fiscalização.

Ao buscar reverter a condenação, a empresa sustentou que sempre foi cuidadosa ao realizar a revista e que esta não causava qualquer espécie de constrangimento, pois a operação era feita de forma individualizada e sem contato físico com o empregado. Quanto às câmeras, seu objetivo era controlar a movimentação interna da loja.

Na decisão unânime da Sétima Turma, constou que as provas dos autos mostraram que não houve exposição indevida dos revistados ou adoção de critérios discriminatórios, como, por exemplo, a escolha direcionada de um ou outro empregado. Para a Turma, é irrelevante o fato de a empresa ter instalado câmeras de vigilância, seja porque os empregados foram avisados a respeito da instalação, seja porque o sistema foi disposto em áreas que preservavam a intimidade dos trabalhadores.

Além disso, nos termos registrados pela sentença, o equipamento se destinava ao monitoramento dos clientes da loja, direito da empresa no zelo de seu patrimônio.(Processo: RR-164200-20.2007.5.04.0203).

http://www.normaslegais.com.br/trab/7trabalhista080812.htm

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Os sete pecados femininos no trabalho‏


Não adianta apenas fazer o seu trabalho direitinho. Há uma série de comportamentos reprováveis e que precisam ser modificados para garantir seu sucesso. Conheça quais são e o evite!

1)      Negar seu lado mulher: Para conquistar respeito e reconhecimento você não precisa agir como homem. Bater de frente com os outros, ter atitudes agressivas e racionais demais e abdicar da própria intuição vai contra a natureza feminina. “ a mulher consegue aplicar sua percepção e a sua intuição no trabalho , ser afável e conciliadora. E transita fácil do nível profissional para o pessoal, deixando o ambiente mais leve. Como ao fazer um comentário sobre os hits da moda no intervalo de uma reunião”, exemplifica a psicoterapeuta e consultora empresarial Ana Fraiman, de São Paulo. A sutiliza conta pontos, fique sabendo.

2)      Extrapolar na feminilidade: O menos é mais no ambiente profissional. Nada de chamar atenção para o corpo, carregando na maquiagem, usando roupas provocantes e exagerando nos acessórios e no perfume. Se forçar a barra, você corre o risco de ser considerada vulgar pelos colegas e desviar a atenção do verdadeiro foco, que é o trabalho. O que importa são suas idéias e resultados, não seu belo par de pernas.

3)      Esquecer o espírito de equipe: Querer sempre levar vantagem e pisar nos outros para se promover. No caso do homem, atitudes assim ainda costumam ser vistas e toleradas com senso de oportunidades e, apenas de ser considerado um sujeito perigoso, ele é respeitado e tem seu espaço na empresa. Já com relação à mulher, esse tipo de situação é entendida como falta de escrúpulos. É péssimo, mas o machismo ainda prevalece em muitos locais. “ A mulher perde seu espaço. Pode até ser aceita no universo masculino, que é mais competitivo, mas no feminino estará queimada”, comenta a consultora. Para não criar um clima insuportável no escritório, seja leal à equipe e sempre reconheça os méritos de cada um, inclusive os seus.

4)      Namorar na firma: Existem estabelecimentos que não criam obstáculos no relacionamento entre funcionários, mas outros não admitem mesmo que eles sejam de áreas diferentes. E esconder um caso é difícil. O próprio olhar dos pombinhos denuncia o affair. “Se a empresa não concorda, a corda quase sempre acaba estourando para o lado dela, que pode perder o emprego e interromper sua carreira. Caso esteja realmente apaixonada, a sugestão é abrir o jogo com a chefia e pedir uma transferência”, aconselha Ana Fraiman.

5)      Expor sua vida pessoal: Sua vida é um livro aberto? Cuidado! Expor-se demais, ultrapassando as barreiras entre pessoal e profissional, é atitude a ser evitada para não provocar saias justas e até demissão. Nada de falar muito e contar intimidades para os colegas. Siga o lema” uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa” e garanta paz no emprego.

6)      Fazer comércio durante o expediente: Bijuterias, lingerie, maquiagem.... Se realmente precisar de um reforço no orçamento, faça um bazar na sua casa. Caso contrário, pode gerar desconfiança nos empregadores. Afinal, você estará gastando tempo da empresa para cuidar de assuntos particulares.

7)      Ser chantagista: O último pecado é ser a manhosa do escritório, pois fragilidade e insegurança não são bem vistas no mundo corporativo. É importante aprender a ser assertiva, comunicando-se de maneira direta e objetiva, e não ficar reclamando de tudo. Se tiver problemas emocionais que não consegue resolver, procure ajuda psicológica. Fazer-se de vítima também não resolve. Está sofrendo abuso? Procure informação e saia dessa posição. A lei de assédio moral está aí para ajudar você

Jornal Telemarketing Notícias – Ano VII – Nº 13 – Julho/Agosto 2012 .: Por Nina Bellino

terça-feira, 5 de junho de 2012

O PESO DA DESPESA FIXA NA PRECIFICAÇÃO E MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO


Gastos, custos ou despesas são termos amplamente utilizados no cotidiano do empresário, especialmente se ele é o responsável pela precificação dos produtos, mercadorias ou serviços.

Embora façam parte do dia a dia empresarial ainda há quem faça confusão entre os distintos significados. Vejamos:

Gasto: é todo o dispêndio financeiro. É o valor desembolsado sem qualquer tipo de retorno financeiro, como, por exemplo, um investimento. Dependendo do processo da depreciação, o gasto pode transformar-se em despesa ou custo.

Custo: são gastos efetuados e aplicados na elaboração de serviços ou produtos. No comércio, destinam-se à aquisição de mercadorias. Já na indústria e na prestação de serviços, são classificados como custos a mão de obra direta, a matéria-prima e demais insumos aplicados no produto ou serviço.

Despesa: é o gasto não aplicado no produto que passa a ser frequente. Em outras palavras, são todos os gastos frequentes que não estão incorporados no produto, mercadoria ou serviço. No caso de uma empresa prestadora de serviços de contabilidade, os valores pagos de água, energia elétrica, assinatura de jornais e revistas, combustível para veículos, salário e encargos da secretária, manutenção dos veículos, telefone, internet, seguro, aluguel e manutenção do software são consideradas despesas fixas.

É importante frisar que, dependendo de cada empresa e também da forma da aplicação da metodologia de precificação, a classificação dos valores pode variar entre despesa ou custo.

A despesa fixa normalmente não contribui em nada para o aumento ou redução das vendas, nem mesmo para a qualidade do produto, mercadoria ou serviço. Quanto menos este item representar sobre o faturamento, melhor.

Uma empresa pode funcionar sem despesas fixas? Seria muito bom, mas é praticamente impossível. Elas são necessárias ao bom andamento do negócio. O possível de ser feito para não comprometer a rentabilidade é reduzi-las ao máximo em relação ao faturamento. Quando não conseguir reduzir o valor financeiro, a alternativa é mantê-las fixas e aumentar o faturamento.


De: Gilmar Duarte da Silva
Fonte: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/despesas-fixas-formacao-precos.htm

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Os direitos do JOVEM APRENDIZ

Considera-se aprendiz o trabalhador com idade entre 14 e 24 anos, matriculado em um curso profissionalizante e que tenha sido contratado para desempenhar um trabalho relacionado com seu curso. Apesar de a Constituição Federal vedar o trabalho de menores de 16 anos, em seu artigo 7º, inciso XXXIII, faz exceção à regra quando permite o trabalho na condição de aprendiz, mas impõe restrições, como limitações quanto ao trabalho do menor por questões de proteção ao seu desenvolvimento físico, mental, emocional, cognitivo e sociocultural.

As regras impostas visam coibir a exploração do trabalho infantil. Dessa forma, é possível que o jovem desenvolva habilidades profissionais e que continue seu percurso, ampliando suas perspectivas e automaticamente se inserindo no mercado de trabalho.

Nesse sentido, não é permitido o trabalho do menor em locais cujas as condições sejam perigosas, insalubres, penosas, durante o período noturno ou que comprometa sua formação moral, física e psicológica. Vale ressaltar que essas limitações se aplicam apenas ao aprendiz menor de idade.

O contrato de aprendiz deve ser pactuado de forma expressa, com registro na Carteira Profissional, por prazo determinado de no máximo dois anos. E não basta que o aprendiz esteja apenas matriculado em um curso profissionalizante. Ele deve comprovar frequência e aptidão para a profissão que tenha escolhido e deve ainda estar inscrito em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica.

Se o trabalhador for deficiente físico, há exceções quanto ao prazo e idade limite. Nesse caso, o contrato poderá ultrapassar dois anos e a idade máxima poderá ser superior a 24 anos. Essas alterações foram incluídas na legislação trabalhista pelas Leis 11.180/2005 e 11.788/2008, que visam facilitar a inserção de trabalhadores especiais e qualificá-los para o disputado mercado de trabalho.

A jornada de trabalho de um jovem aprendiz, em regra, não poderá exceder o limite de seis horas diárias, exceto para aqueles que já tenham concluído o ensino fundamental. Nesse caso, a jornada pode se estender para o limite de oito horas diárias, mas nessas horas devem ser computadas aquelas destinadas à aprendizagem teórica.

Os direitos trabalhistas do jovem aprendiz são praticamente os mesmos de um empregado comum, inclusive quanto ao recolhimento de tributos. As diferenças estão na alíquota de depósito do FGTS, que será na proporção de 2%, e na desobrigação de indenização em caso de descumprimento contratual por ambas as partes. O trabalhador aprendiz deverá ser remunerado com pelo menos um salário mínimo mensal ou horário, salvo se firmada condição mais benéfica.

Trata-se de contrato por prazo determinado. Contudo, em caso de rescisão, seja por conclusão, seja por culpa ou por qualquer outro motivo, a empresa está desobrigada de pagar as verbas indenizatórias (aviso prévio e multa sobre o FGTS). Logo, não há qualquer garantia de estabilidade, ainda que durante o período contratual.

Com as não tão recentes regulamentações, todos os estabelecimentos de qualquer natureza, exceto microempresas e empresas de pequeno porte, estão obrigados a empregar jovens que estejam matriculados nos cursos dos serviços Nacionais de Aprendizagem (SENAI, SENAC, SENAT, SENAR ou SESCOP, exceto SESC e SESI que não são válidos para esse fim), sendo determinada uma cota para contratação que varia de 5% a 15% dos trabalhadores de cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional.

Atualmente, o Ministério Público do Trabalho, por meio das Delegacias Regionais, vem atuando de forma incisiva na fiscalização do cumprimento das metas estabelecidas, a fim de estabelecer regras e metas que favoreçam o aprendiz e não onerem demais as empresas, contribuindo para que elas consigam cumprir com sua responsabilidade social e atinjam o patamar desejável de desenvolvimento econômico e social do país.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Professor prepara candidatos para exame físico de concursos públicos


O teste de aptidão física (TAF) é exigido nos concursos para as Forças Armadas, para as polícias e até em concursos para os Correios e, por exemplo, para a Companhia de Limpeza Urbana do Rio (Comlurb).
Luís Ernesto Lacombe - Rio de Janeiro

Muitos brasileiros deixam temporariamente o mercado de trabalho para estudar. É gente que se planeja, dedica horas sem fim pra realizar um sonho: conseguir um emprego público. Mas, além das provas teóricas, têm de vencer mais um desafio: o exame físico. Por isso, o repórter Luís Ernesto Lacombe preparou uma reportagem especial. Ele conheceu um professor que se especializou na preparação física de candidatos para concursos públicos e resolveu fazer o teste da Polícia Federal.
O dia amanhece, e o pessoal já está na atividade. Mas, em um grupo, há pouco tempo, ninguém era muito de se mexer.

“Eu tinha um excesso de peso, sobrepeso”, diz o funcionário público Marcos Tadeu. “Eu tinha uma vida bem sedentária, até por conta do tempo, ter que trabalhar e ter que estudar. Não sobrava tempo para praticar atividade física”, revela a funcionária pública Rosilene Lordelo. “O único contato que eu tinha com atividade física foi no meu segundo grau. Com isso, eu fiquei com um sobrepeso de 15 quilos”, conta a técnica em contabilidade Lidiane Freitas.

Marcos, Lidiane e Rosilene eram sedentários, não praticavam esporte, não se exercitavam, mas resolveram fazer um concurso público que exige um teste de aptidão física. É aí que entra nessa história o professor Elon Júnior.

Há sete anos, ele se especializou na preparação física para concursos públicos. Tem até livro publicado sobre o assunto. “Se treinar com antecedência, passa. Mas o teste é muito difícil”, afirma o professor de educação física Elon Júnior.

O teste de aptidão física (TAF) é exigido nos concursos para as Forças Armadas, para as polícias e até em concursos para os Correios e, por exemplo, para a Companhia de Limpeza Urbana do Rio (Comlurb).
“A gente abriu esse leque para dar oportunidade de as pessoas não ficarem reprovadas no TAF após ter passado na parte mais difícil, que é a parte teórica”, explica o professor de educação física Elon Júnior.
A Rose já conseguiu. Foi aprovada no concurso e, hoje, trabalha na Secretaria de Segurança Pública do Rio, mas ela não abandonou os treinos com o professor Elon: “Tive que suar muito para passar e, depois, eu não quis regredir. Estava me sentindo bem e resolvi inserir isso na minha vida”.
Lidiane vai tentar uma vaga na Marinha e também não quer mais parar de se exercitar: “Eu me apaixonei pela corrida, pela atividade física, e pretendo, com certeza, ter como prioridade na minha vida a qualidade de vida”.

Marcos vai fazer o concurso para a Polícia Federal: “com um professor, com meus amigos treinando junto com o mesmo objetivo, você se sente mais impulsionado a correr, a passar no teste”.
Luís Ernesto Lacombe coloca camiseta e bermuda para mostrar como funciona um teste de aptidão física de um concurso público. Para Ele faz o teste de aptidão física para o concurso da Polícia Federal.
Primeiro, ele faz a barra. Se o candidato faz menos de três, é eliminado. Se faz 15, consegue a pontuação máxima: seis pontos. No salto, ele tem duas chances para atingir 2,14 metros. E ele consegue de primeira: 2,15 metros.

Mas aí chegou a hora da corrida, e ele revela que não é muito bom nisso. “Eu não costumo correr. Minha preparação aeróbia é sempre na bicicleta ergométrica. Então, eu acho que eu vou ter dificuldade, porque tem que correr. Eu estava calculando, são 2,4 mil metros em 12 minutos, o que dá mais ou menos 12 quilômetros por hora”, aponta.

O repórter até começou em um ritmo bom, mas, em duas voltas, dores musculares o fizeram desistir. “É importante ter acontecido essa situação, porque mostra que realmente a gente precisa treinar com antecedência, porque, se der um problema desses, tem como a gente recuperar e fazer um treinamento tranquilo”, declara o professor Elon.

Luís Ernesto Lacombe não treinou e não conseguiu, mas para quem vai encarar um concurso de verdade, vai o recado dele: “preparem-se e não desistam. Eu desisti, porque não era para valer, mas vocês não podem desistir. Boa sorte para todo mundo”.


Edição do dia 10/04/2012
10/04/2012 07h55 - Atualizado em 10/04/2012 07h55


domingo, 8 de abril de 2012

OS 13 ERROS


Preocupados em colocar o negócio em funcionamento, muitos novos empreendedores do varejo acabam passando por cima de alguns detalhes que podem, no futuro, acabar comprometendo os resultados.


A consultoria ba Stockler, especializada em varejo, franquia e gestão administrativa, preparou um levantamento com os 13 erros cruciais que esses empresários devem evitar. Confira:


1) Não fazer um plano de negócio. Parece simples falar, mas muitos empreendedores nem mesmo realizam um estudo de viabilidade ou mesmo financeiro antes de abrir um negócio. Nesse plano precisam constar: os produtos ofertados, para qual cliente, seus diferenciais de mercado e praça de interesse. Além disso, também especifica a forma jurídica, o enquadramento tributário, o capital social e a fonte de recurso.


2) Não dimensionar o capital de giro do negócio. Muitos varejistas acreditam, erroneamente, que o investimento inicial é o capital de giro, quando na verdade, o capital de giro é o montante necessário para fazer a empresa girar, pagando suas despesas do dia a dia.


3) Não relacionar os indicadores (métricas) de desempenho, fundamentais ao negócio. Na correria do dia a dia, os empreendedores acabam se esquecendo de parametrizar seus processos internos e, assim, não conseguem implantar as avaliações que meçam a performance de cada ação para melhorar o negócio.


4) Quando constrói os indicadores (métricas), não os monitora, levando ao desconhecimento do que acontece no negócio. Pior do que não ter os indicadores é fingir que eles não existem e, como consequência, não extrair deles as informações cruciais para o aprimoramento dos resultados.


5) Não definir e descrever os cargos de cada integrante da equipe. Esse erro leva ao desalinhamento das expectativas dos funcionários e da própria empresa.


6) Não monitorar e nem acompanhar o desempenho das pessoas. Aqui há uma relação direta com tempo e dinheiro. Hoje em dia, qualquer que seja o negócio da empresa, o capital humano está no centro de tudo. Gasta-se muito no treinamento e na formação de um profissional e não avaliá-lo e nem valorizá-lo significa ampliar os custos e o tempo gasto em um novo processo de seleção.


7) Não escrever, nem formalizar a cultura da empresa. Assim como no item anterior, não esclarecer a filosofia e cultura da empresa dificulta o desenvolvimento e a integração dos novos e atuais colaboradores.


8) Raros são os varejistas que conhecem os hábitos e costumes dos seus consumidores. Quem é o cliente? Qual é o perfil dele? Quais os seus desejos? Com qual freqüência ele retorna à loja? Responder a essas perguntas ajuda a entender melhor o que é atuar no varejo.


9) Não elaborar uma gestão do estoque, nem monitorar a curva ABC. Com uma avaliação precisa dos resultados da curva ABC é possível perceber o giro dos itens em estoque, o nível de lucratividade e o grau de representação no faturamento. Isso também ajuda a analisar a dependência ou risco face a um cliente, ou ainda para que tipo de cliente a empresa deve se focar. Por isso, mais uma vez, entra a importância de conhecer bem quem é cliente em questão.


10) Não elaborar um planejamento estratégico de marketing. Aqui entram em cena as pesquisas mercadológicas e a análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças). Esses estudos permitem que o empreendedor implemente ações futuras, considerando o passado, a situação atual do mercado, seus clientes e a concorrência, elencando os riscos e propondo os caminhos para enfrentá-los.


11) Não monitorar os esforços e os resultados obtidos das campanhas de marketing. Não extrair essas informações significa se atentar para a realidade dos fatos, seus erros e acertos, com tempo hábil para as possíveis ações de correção, se assim for necessário.


12) Não definir critérios claros para localização de ponto e venda. Alguns varejistas já consolidados, e que têm o objetivo de expandir, precisam definir os objetivos constantes e mensuráveis para a localização do PDV. Isso garantirá uma expansão criteriosa e consistente.


13) Não investir vitrine e ambientação da loja. O lojista precisa compreender que quanto mais os produtos estiverem alinhados, e mais organizadas estiverem as seções, mais o consumidor se sentirá confortável e permanecerá dentro da loja. 


Fonte: www.administradores.com.br

domingo, 1 de abril de 2012

Qual o Valor de Uma Pizza?

Vamos imaginar a seguinte cena: Hoje é seu aniversário, a todo momento o telefone toca, um familiar desejando felicidades à você ou  um amigo fazendo uma piada com sua idade e também desejando felicidade. Uma rotina comum em um dia de aniversário. Mais uma vez o telefone toca, desta vez não é nenhum amigo e nem parente, é uma simpática voz dizendo.
 
- Bom dia Sr(a) Fulano(a), aqui é da pizzaria e estamos ligando para desejar-lhe um feliz aniversário. Como é um dia especial, queremos enviar-lhe de presente uma pizza Napolitana com a borda recheada de Catupiry, pois sabemos que é a sua pizza preferida. A que hora o sr.(a) quer receber sua pizza?

Agora eu lhe pergunto: Nas Sextas Feira em que você costuma pedir uma pizza, você pediria a pizza em outra pizzaria? E se a outra pizzaria estiver oferecendo a pizza Napolitana,  um real mais barato?
Acredito sinceramente que ninguém trocaria de pizzaria. Então qual é o “preço” da pizza Napolitana? Vinte Reais? Dezenove? Talvez um pouco mais ou um pouco menos. E qual é o “VALOR” da pizza Napolitana? O “VALOR” é aquele que o seu cliente percebe, que lhe move a preferir a sua pizza independente do seu “preço”. É tudo aquilo que está agregado à sua pizza e que supera as expectativas do seu cliente, ele percebe que você se importa com ele e procura sempre fornecer-lhe o melhor.

Agregar valor ao produto ou serviço, é fazer aquilo que seu cliente quer. Não estou falando da qualidade do produto, isso é natural. Estou falando daquilo que o cliente quer receber juntamente com o seu produto: a atenção dedicada a ele, o reconhecimento de tê-lo como cliente, a atenção depois que ele adquiriu o seu produto ou serviço, etc. Isso é VALOR e o preço fica em segundo plano.
 
Uma pizza com VALOR, é aquela que:
 - Tem o recheio que o cliente quer e não aquele que está no cardápio;
 - Chega quente e saborosa na casa do cliente;
 - Quando o cliente liga, a atendente é simpática e lhe trata pelo nome;
 - O cliente recebe telefonemas com promoções de sua pizza favorita;
 - A pizzaria sabe qual é a pizza favorita dos seus clientes;
 - A pizzaria sabe a frequencia de compra dos clientes;
 - A pizzaria oferece bebidas para serem entregues junto com a pizza;
 - A pizzaria lembra do aniversário de seus clientes;
 - A pizza tem o PREÇO justo.

Amigos e amigas, não importa o seu ramo de atividade, ou se você vende um produto ou serviço. Faça com que sua “pizza” tenha o VALOR que o seu consumidor espera.
Estudar o seu consumidor, deve ser uma tarefa obrigatória, conhecer seus hábitos e costumes é fundamental. Manter um cadastro atualizado de seus clientes é uma ferramenta essencial para manter-se conectado a eles. Não deixe que a concorrência supere o seu VALOR, esteja sempre um passo adiante.
Pense bem em tudo isso!

Fonte: Portal O Gerente (www.ogerente.com.br) - 18.03.2009

domingo, 18 de março de 2012

MOTIVAÇÃO vs INTELIGÊNCIA

Essa é uma pergunta que me faço nos últimos anos... Será realmente válido ser inteligente? Ou precisamos apenas ser motivados?

Por definição: de um dado fazemos uma informação, da informação adquirimos conhecimento, do processo do conhecimento fazemos as inovações da vida. Então, partimos do princípio que nossa inteligência é adquirida e construída no decorrer da nossa história. Ela pode ser através de um conhecimento tácito - quando se tem o conhecimento através das pessoas, ações e emoções. Ou pelo conhecimento explícito - aquele adquirido através de livros, manuais, revistas.

Podemos QUERER esses dados para nossa transformação, ou apenas tê-los para estar na moda. Não adianta ter em sua biblioteca em casa com vários livros, se você não consegue entendê-los ou interpretá-los e colocá-los em prática. 

Existe também àquele individuo que, TEM acesso a esses dados, mas não consegue fazê-los virar "NOTÍCIA".

Então são Burros? Mas por que as pessoas são burras? Não existe pessoa burra. Se fosse burra, até um bebê seria burro. Mas nem os bebês nascem burros, pois sabem respirar sozinhos, fazer totô, chorar... então ninguém é burro. Todos nós somos ignorantes ou BRINCAMOS de ser burros????

Tem aquele que se faz de “AHM, NÃO ENTENDI?” ou aquele que fala isso o tempo todo só pra te irritar. Quem nunca teve aquele colega, chefe, amigo ou dono que te perguntou como anexar um arquivo ou pesquisar no Google ou editar programas ou alguma pergunta nesse nível ou pior? Mas por que então eles estão no topo e nós ainda estamos na base da pirâmide?

Temos que ser motivados para crescer e deixar de ser inteligentes? Motivação, ao contrário da inteligência, ela é nossa, são a partir de nossos sonhos e conquistas que nos tornamos motivados. Manter seu time motivado é deixá-los com esperança onde já estávamos nos sentido destruídos ou abandonados por todos. É acreditar em nós mesmo, mostrar que você acredita em algo que ninguém acredita e se nada der certo, estará junto para chorar e se reerguer.

Nessa dúvida de como devemos ser para poder crescer, que tal então ser sim totalmente e integralmente motivado? Mas nos motivemos com inteligência, sem saber como chegar aos nossos sonhos, não chegaremos ao topo, porque lá em cima, todos se afunilam e somente com inteligência podemos traçar como sobreviver...

Motivar sua equipe é levá-los a enxergar seus sonhos de novo. Seja ali com você, a organização ou seus sonhos particulares. O individuo motivado é passivo de aceitação, quando nós vemos à frente, explorando aquilo que nos faz bem, aceitamos condições até mesmo irracionais de aceitação.

Ensine a sua equipe, dê o gosto do sonho, mas qualifique para que cheguem juntos ou separados. Quando se para no tempo, passamos a ser cavalos, fortes, grandes, veloz, presos em celas olhando fixamente para frente, vendados a explorar os lados e atrás. Quando menos se espera, somos atropelados por sapos de olhos gigantes, saltando para todos os lados em busca de novas oportunidades.

Então, SER INTELIGENTES OU MOTIVADOS?

Nada seremos se não nos tornarmos “POLÍTICOS” e por favor, “BATAM PALMAS PARA MALUCO”.





PRÓXIMO TEMA: Recrutamento e seleção
clarissa Costa
Consultora, instrutora e analista em gestão e finanças
HTTP://blogdaclarissacosta.blogspot.com
blogdaclarissacosta@gmail.com
TT: @blogdaclarissa
Face: Orientadora Clarissa Costa
(21) 7940.7373

terça-feira, 6 de março de 2012

10 dicas para escrever um e-mail profissional

Esse é um texto tirado do site Universia, onde dita algumas regras BÁSICAS de envio de email ...
Em tempos de exigências de mercado como inglês FLUENTE, espanhol FLUENTE, chinês FLUENTE, Excel avançado, uso de ERP, entre outras coisas, o fato de ESCREVER corretamente está entrando em escassez. E eu, depois de ver tantos Sientes, preZunto, tenhÃO, achava que a errada era eu... AH e detalhe ou mais uma dica (entenda como quiser), quando você escrever alguma palavrinha e ela vier sublinhada de vermelho, tipo assim (só que em vermelho), é porque a palavrinha está errada... aaah, mais uma dica, existe uma ferramenta que se chama CORRIGIR, pode ir lá, ela altera tudinho para você... SOZINHA! Boa leitura!

10 dicas para escrever um e-mail profissional
Veja 10 dicas que podem ajudar você a enviar um e-mail profissional sem parecer grosseiro ou rude com os seus leitores
Embora atualmente as redes sociais tenham assumido o papel da comunicação rápida, o e-mail ainda continua sendo um dos meios mais eficientes no mundo dos negócios. E, normalmente, onde mais se cometem gafes.
 

Por ser um meio em que o contato com a outra pessoa não é direto, muitas vezes na tentativa de parecer profissional e conciso você acaba passando a imagem de mandão. Para não correr esse risco e ser odiado pelos e-mails que envia, confira 10 dicas que vão ajudá-lo a montar um e-mail profissional:

   
Como mandar um e-mail profissional: 1. Assunto
 Sempre preencha o campo de assunto. De preferência, escolha um título que diga alguma coisa para o seu leitor. Não tente usar artifícios como “urgente”, ao invés disso, procure um assunto conciso que diga sobre o que se trata o e-mail.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 2. Ponto principal
 Aborde o tema principal do e-mail logo na frase de abertura. Dificilmente um leitor vai chegar até o final para descobrir qual é a surpresa no seu e-mail.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 3. Escolha de palavras
 O efeito que seu e-mail vai ter com os leitores vai depender das palavras que você usa para apresentá-lo. Vá direto ao ponto e deixe o assunto claro. Evite começar, por exemplo, com “isso deve ser feito”. O ideal é dizer, logo de cara, o que precisa ser feito e até quando.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 4. Maiúsculas A não ser que sua intenção seja parecer rude com o seu leitor, jamais envie um e-mail escrito em letras maiúsculas. Isso dá a impressão de que você está gritando com ele, o que não vai convencê-lo a fazer o que você precisa.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 5. Linguagem
 Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações. Em muitos casos esse tipo de linguagem pode ser conhecido por você, mas não pelo seu leitor. Isso vai causar um ruído na comunicação e dificultar as negociações entre vocês.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 6. Seja breve e educado Procure não escrever e-mails exageradamente grandes. Se sua mensagem for passar de dois ou três parágrafos curtos, considere a ideia de reduzir o e-mail ou enviar o assunto todo em um documento anexo.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 7. Palavras mágicas
 Não se esqueça de pedir, por favor, ou agradecer em hipótese alguma. E quando o fizer, queira realmente dizer isso. É possível perceber, mesmo via e-mail, quando você faz uso dessas palavras para ser irônico.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 8. Assinatura Providencie uma assinatura com o seu nome completo e as suas informações para contato. Isso inclui o endereço do local de trabalho, o seu telefone e ramal.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 9. Edite Não envie um e-mail sem antes reler o que você escreveu. Você pode deixar passar uma coisa ou outra e pensar que isso é normal, já que você é uma pessoa muito ocupada. Mas o seu leitor não sabe disso e, provavelmente, vai pensar que você é desleixado e não dá atenção para os negócios.
  
 
Como mandar um e-mail profissional: 10. Responda imediatamente Não importa sobre o que seja, dê um retorno para o seu leitor. Se você precisa de mais tempo para coletar informações ou desenvolver um projeto, envie um e-mail explicando isso a ele.

domingo, 4 de março de 2012

Procura-se Analista .........



......... Financeiro;
......... De RH;
......... De Pessoas;
......... De Processos;
......... De custos;
......... De treinamento;
......... De .... de.... de... de... de...

Por que? O que está acontecendo com o mercado de trabalho que estão pagando bem, E MUITO BEM, para esses profissionais tão escassos nas empresas? Falo isso por experiência própria. Conheço uma empresa que procura um analista contábil JUNIOR há mais ou menos 02 meses e não encontra ninguém compatível com o cargo. Afinal, o que está acontecendo???

Mas, o que é  ANÁLISE? “v.t. Fazer análise, decompor um todo em suas partes: analisar uma substância. Estudar, examinar: analisar documentos.” (http://www.dicio.com.br/analisar/)
Então, toda análise tende a números? Por isso não temos profissionais nessa área? Ou não é verdade que a matemática é a matéria mais rejeitada na escola, coitada? Se analisar é decompor em parte um fato, vamos a eles: se preciso de treinamento em uma determinada área da empresa é porque foi feito um levantamento de dados (NÚMEROS) onde foram identificados alguns possíveis gargalos ... HUM! E lá está o número. Se quero investir em um novo negócios, parto para relatórios de pesquisa de demanda .... HUM ... e lá está ele... E assim por diante...
Mas o que faz a pessoa um analista? A Arte da análise é ver um todo, encontrar respostas onde não se tem perguntas feitas, é parar em uma banca de jornal e associar as quantidade de revistas de saúde exportas ao aumento da demanda desse setor. É ver índices sobrepostos em índices. É criticar o que ninguém criticou, perguntar o por quê de tal atitude se existem outros meios de chegar ao mesmo objetivo. Analise é conhecer muito bem o passado, interpretar o futuro, e fazer do presente ações coerente e livre de erros de ontem que ser agregam ao amanhã.
Pode ser que a análise seja estatística? Sim, porque não? Alias, analise é estatística, é contador, é recrutador, é o ator  ... a base da análise é toda a teoria que aprendemos na sala de aula, o fator análise se aprende na vida.
Então todos os profissionais que trabalham com marketing, designer e publicidade são analistas? Por que então não tomamos como base a formação desses profissionais e trazemos para a realidade das empresas de outro segmento? O perfil analista ele tem, os fundamentos da especialidade da organização é que não. Será então vantajoso para a empresa treiná-los com a teoria?
Isso pode dizer então que o problema de não ter analista no mercado está na sala de aula, desde crianças? É, por que não? Vejo hoje alunos falando: “ PROFESSORA ESSE NÚMERO TEM QUE ESTAR AI PORQUE ESTÁ ESCRITO NO LIVRO TAL ...” Mas o que ele quer dizer? Existem inúmeros artigos falando sobre as profissões do futuro, o novo contador, o nome administrador, o novo psicólogo, mas, será mesmo que esses profissionais saindo da faculdade estão preparados para o NOVO MERCADO?
Estou lendo o livro da economista Miriam Leitão (Saga Brasileira), e nele mostra o cuidado com o futuro erro (implantação de uma nova moeda) com base no passado, inclusive ela faz alusão às crise de 29 e outras. Ou seja, quem mudou nossa economia foi um ECONOMISTA ou um analista?
LER EM NÚMEROS ... FALAR EM PALAVRAS...
Nos BraZis que vivemos, nem mesmo o FALAR em palavras estamos conseguindo, mas qual é o
POBREMA MERMO HEIN NEIN?



Vejam esse vídeo sobre agricultura brasileira, adorei ele pelo simples fato de que, nada do que está escrito é real. Ou seja, tudo depende de outras interpretações. Se cresce a demanda, cresce a oferta, se cresce território, diminui oferta... é extraordinário. Creio que não tenha sido produzido para esse efeito analítico, mas deu muito certo.

Análise é uma Arte, um dom, ou uma profissão?

sexta-feira, 2 de março de 2012

Ser administrador é ......

... Ter a obrigação de entender de tudo, mas nada em específico ...

... Temos a obrigação de ler números e falar em palavras ...

... Administrar é ver a frente ...

... É pensar como um todo ...

... Integrar desde a seleção até a satisfação do cliente ...

... É pensar em como fazer, como pagar, como receber, como lucrar ...

... É pensar em como ser diferente em um mundo que ainda não se tem diferenças ...

... É ter que multiplicar conhecimento em tempo recorde ...

... É achar o impossível em um cenário possível ...

... É entender o que você quer sem ter que falar uma palavra ...

... É entender o que você PRECISA sem saber o que você QUER ...

... É saber que o NÃO é garantido, o SIM é lucro ...

... É achar problema onde não existe ...

... É olhar um mapa e achar o tesouro perdido sem que ninguém saiba o que pocura ...

... Aliás, é procurar algo que nem você saber o que está procurando ...

... É não pensar em planos a curto, médio e longo prazo ...

... É traçar planos a partir de ontem, agora, amanhã, curtíssimo, curto, médio, normal, longo e indeterminado prazo ...

... É estar sempre com os cenários Otimista, Pessimista e o cenário ADMINISTRADOR - o qual só a gente vê e acredita ser possível ...

... É se sentir um nada num meio de profissões tão exigentes ...

... É ouvir de todos que você não tem profissão, mas ser líder de procura nas universidades do Brasil ...

... É falar de economia, política, impostos, marketing, pessoas, produção com tanta naturalidade que acham que você fez várias faculdades ....

... É ver todos se intrometerem na sua carreira ...

... É ouvir de todos que administrar é fácil e qualquer um faz ...

... É ver gente de BEM ESTAR gerenciar projetos sem ao menos saber a importância desse cargo na empresa ...

... É ver empreendedores com cuidado em abrir empresas e pagar tributos, mas esquecem de cuidar dos fundamentos da organização ....

Enfim ... ser administrador é ter o poder da sabedoria de não saber de nada, é ser curioso, é procurar integrar pessoas, setores, sistemas, matérias, acontecimento, fatos para um só objetivo, é conhecer de história e montar seu próprio plano estratégico com base nisso, é relacionar todos os fatos de um ano e pensar no que pode acontecer no ano seguinte e inventar possíveis soluções SEM nem saber se vai acontecer mesmo. É ser responsável pela operação de toda empresa sem ter que fazer sequer uma única operação dela, é pegar apenas um papel e responder em fração de segundos o que está errado ou certo. E para piorar, traçar dentro de todo esse cenário louco que só o nosso DOM pode imaginar, o que fazer com essas informações que só nós mesmo é que entendemos...

Afinal ...

................. VAI ENTENDER O QUE É SER UM ADMINISTRADOR!!!! ................

Carregamos nossas atitudes em mochilas

Quantas vezes vamos às mídias protestar contra os assassinos do meio ambiente com motores e gases e assim lutamos para alternativas como caminhadas e bicicletas? Mas ignorantes somos nós que desconhecemos as leis e mesmo a favor do bem estar ainda desconhecemos nossos direitos e deveres. O que dirá então da senhora e seu netinho que acabaram de ser atropelados por um jovem rapaz em sua bicicleta em alta velocidade cruzando um sinal vermelho?

É como já diziam meus pais, “faça o que falo mas não faça o que faço”. Entre campanhas e mais campanhas de conscientização da população para melhoria no transito, menos corrupção, mais educação, somos hipócritas que ainda batemos no peito com orgulho do que fazemos. Certa vez ouvi um senhor falar em uma palestra que somos humanos carregando nossas atitudes em uma mochila, e a carregamos nas costas, onde não vemos. Ao andar, apenas podemos ver a mochila dos outros, e nunca a nossa própria mochila com nossas próprias atitudes.

O futuro de hoje exige respeito, melhorias, justiças e menos corrupção de nossos políticos. E é aí que nossos princípios esbarram com a nossa cultura.

Respeito - Queremos sempre o respeito alheio e nessa nova moda publicitária de respeito aos pedestres, pois eles tem o direito de passagem, assim como o aluno tem o direito a escola, o dever de estudar para passar, senão, reprova. E se nós, pedestres, temos o direito de passagem é porque temos nossos deveres a cumprir. Então, quer dizer você que, ao sinal verde para o veículo, segundo as leis de transito do Brasil, é dever do pedestre de seguir passagem? As passarelas de longas avenidas que cismam em ver adultos e crianças perderem suas vidas em travessias arriscadas entre os carros e simplesmente embaixo de nossos direitos.

Melhorias e Justiça - adoramos aquele cachorro quente da esquina, sem a menor condição de funcionamento, higiene, conservação e legalidade. Mas não trocamos por um ao lado em um espaço comercial devidamente correto, mas com valores um pouco elevado.

E o que falar do falso grito de FORA CORRUPTOS, se nós mesmos um dia falamos, brincamos, pensamos e um dia já fizemos carteira de identidade falsa para burlar aquele segurança da boate, diplomas adulterados, mentimos a idade, pagamos ao porteiro para cuidar do carro.

E então, em nível de atitudes, somos hipócritas ou apenas distraídos????

Qual mochila você olhou hoje?